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Treinamento e Desenvolvimento Pessoal é uma Vantagem Competitiva

Pesquisas demonstram que 72,4% dos profissionais brasileiros dizem não estar felizes no trabalho. Ou seja, de cada 10 colaboradores, 7 estão infelizes.

A desmotivação e o desengajamento provocam mais doenças, e por conseguinte, mais afastamentos, gerando prejuízos para a empresa.

Colaborador descontente, transforma-se em sabotador da instituição, acarretando problemas com clientes, com colegas, demandas judiciais e trabalhistas.

Colaborador desmotivado não possui ânimo para resolver problemas dos clientes, podendo gerar questionamentos no Poder Judiciário. As causas estão relacionadas com a falta de conhecimento que o colaborador tem de si próprio e dos seus colegas e de como eles se relacionam entre si. Isso gera conflitos.

A alocação de pessoas em funções incompatíveis com a personalidade e a dinâmica pessoal de perceber o mundo, gera muito dissabor e perda de talentos.

Por outro lado, quando as pessoas estão motivadas e engajadas, apresentam até 202% mais produtividade. Imagine colaboradores com produtividade de 202% a mais do que a atual.

Um colaborador da área de vendas engajado e motivado rende 48% mais. Vislumbre um retorno da equipe de vendas de 48% sobre o volume atual.

Pessoas engajadas e motivadas faltam 4 dias a menos por ano do que as não engajadas. Enquanto estas faltam 6,2 dias por ano, aquelas faltam 2,2 dias por ano.

O treinamento motivacional diminui a rotatividade e gera mais afeto pela instituição empregadora, o que diminui os custos de contratação e treinamento.

Pessoas treinadas e motivadas têm mais autoconhecimento e conhecimento do semelhante, e se comunicam melhor, o que gera empatia e sinergia, melhorando os níveis de felicidade e contentamento.

Uns dos maiores empresários do mundo, o bilionário Warren Buffett, afirma que a boa comunicação pode aumentar o capital humano em 50%. Imagine uma equipe de colaboradores que possuem boa comunicação entre si, com os clientes e com os demais colaboradores? Ou seja, cuidar das pessoas gera mais retorno para os negócios, além de tornar a empresa mais atrativa para o funcionário. Dados recentes mostram que não há mais aquele colaborador que entrava em determinada instituição e dali saía somente aposentado. Hoje, não só o colaborador tem que ser atrativo para a empresa, mas esta também deve despertar nele encantamento.

Diante desses fatos:

  • Como melhorar o rendimento da equipe?
  • Como reter talentos na empresa?
  • Como desenvolver os líderes e colaboradores da organização para gerar mais resultados?
  • Como motivar os funcionários?
  • Como melhorar a liderança e os relacionamentos horizontais e verticais?
  • Como melhorar a imagem da empresa para os colaboradores?

Uma boa equipe de trabalho só consegue manter um alto padrão de desempenho se estimulada com ferramentas de treinamento e desenvolvimento. Num mercado onde se disputam os melhores talentos é preciso criar métodos para reter esses profissionais. Qualificar a equipe é investir no patrimônio intelectual da própria organização, garantir colaboradores mais especializados em suas funções e com mais conhecimento na área em que atuam. Assim, cada vez mais, o treinamento e desenvolvimento são importantes para as organizações, pois contribuem para o desempenho do próprio funcionário, impactado diretamente nos resultados da empresa.

Um bom programa de treinamento pode proporcionar ao colaborador e à empresa:

  • Internamente: melhoria da eficiência dos serviços; aumento da eficácia nos resultados; criatividade e inovação nos produtos e serviços oferecidos ao mercado; melhor qualidade de vida no trabalho; qualidade e produtividade; melhor atendimento ao cliente.
  • Externamente: maior competitividade organizacional; melhoria da imagem da organização. É uma via de reciprocidade trazendo vantagens tanto para o funcionário quanto para a empresa.

O treinamento não é um benefício somente para o curto prazo, pelo contrário, ele poderá trazer muitas soluções para as situações que possa surgir futuramente. O treinamento é considerado como um investimento que a organização faz em seus colaboradores. Este investimento traz rendimentos para o funcionário, sua equipe de trabalho e também para a organização.


Vantagem Competitiva para a empresa

Uma empresa só se torna líder de mercado se seus colaboradores estão dispostos a serem líderes e comprometidos com a instituição, fazendo com que a organização não apenas conquiste, mas mantenha seus clientes. Servir os clientes e, sobretudo, encanta-los tornou-se hoje a mais importante tarefa da organização. Para obter vantagem competitiva, as organizações precisam possuir algo que seus concorrentes almejem, mas não alcancem.

Segundo Milkovich e Boudreau (2000), uma vantagem competitiva sustentável ocorre quando uma empresa implementa uma estratégia de criação de valor que não esteja implementada simultaneamente pelos concorrentes de forma real ou potencial, e quando outra organização é incapaz de copiar os benefícios dessa vantagem.

Vantagem competitiva é possuir um diferencial de difícil imitação pelos seus concorrentes.

Em outras décadas as empresas que investiam nos melhores equipamentos tinham vantagem competitiva. Hoje, a busca é pelo conhecimento, ou seja, a capacidade que as pessoas têm de criar e modificar os processos é a diferenciação. Sendo assim, as principais exigências organizacionais é reter o melhor capital humano e extrair dele o conhecimento e comprometimento.

Segundo, Robbins (2000) como a competição tem aumentado para quase todos os produtores e prestadores de serviços nenhuma organização pode tomar como certa sua base de consumidores ou clientes.

Esse fato corriqueiro dos negócios explica a recente obsessão da administração no sentido de alcançar a mais alta satisfação do cliente. A vantagem competitiva não advém de um único recurso da empresa e sim de uma associação deles. Todavia, uma competência, em particular, pode levar a organização a um salto singular à frente da concorrência: O treinamento para seus colaboradores.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARAUJO, Luis César G. de. Gestão de pessoas. São Paulo: Atlas, 2006.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos Novos Tempos. Gestão de pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
MILKOVICH, George T.; BOUDREAU, John W. Administração de Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, 2000.
ROBBIS, Stelphen. Administração: Mudanças e Perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2000.

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